A influência da alimentação na infertilidade feminina - 11º Gluten Free Brasil
A influência da alimentação na infertilidade feminina

A influência da alimentação na infertilidade feminina

Descubra o papel dos nutrientes na promoção da saúde reprodutiva

A infertilidade feminina é um problema crítico para a saúde reprodutiva em todo o mundo, com uma prevalência reportada de 1,2 – 3,1% em mulheres solteiras que desejam engravidar e 15% em casais. As principais causas da infertilidade estão associadas a problemas de ovulação 15 – 20% (sendo a síndrome do ovário policístico a mais comum), problemas na tuba uterina 15 – 40%, endometriose 5 – 10% e casos idiopáticos 20 – 30%. Identificar fatores modificáveis do estilo de vida da mulher, como a alimentação, é uma ação importante para auxiliar no problema, visto que existem estudos que comprovam que a nutrição pode estar relacionada com o desempenho reprodutivo em ambos os sexos.

Sabe-se que a vitamina D é um hormônio esteroide que está relacionado com o metabolismo de cálcio e a estrutura óssea. Porém evidências mostram que a vitamina D também é capaz de participar da regulação de tecidos gonadais em mulheres, visto que os ovários, o endométrio e a placenta possuem receptores de vitamina D (VDR) e sua deficiência pode prejudicar a fertilidade.

Estudos relatam que o consumo, excessivo, de carnes processadas, gorduras e cafeína pode aumentar o risco para infertilidade em mulheres, além disso, o consumo de gordura trans se constitui em um importante fator de risco para o distúrbio. Já o consumo de ômega-3 pode estar associado com a melhora da condição da infertilidade. Outros estudos revelam que o consumo de leite e derivados está relacionado com um menor risco de infertilidade ovulatória.

Um estudo de coorte prospectivo mostrou que altas concentrações séricas de ácido fólico e vitamina B12 antes da gestação estão associadas com altas taxas de nascidos vivos em uma população exposta à fortificação com ácido fólico. A vitamina E parece estar associada com um efeito positivo nos problemas reprodutivos em mulheres devido ao seu potente efeito antioxidante, pois auxilia na prevenção de danos oxidativos nos tecidos gonadais.

Além disso, o consumo de suplementos de soja, especificamente com isoflavona, assinala efeitos positivos para combater a infertilidade, visto que auxilia na ovulação. Por fim, a aderência a uma alimentação saudável e rica em peixes, aves, grãos integrais, frutas e vegetais está relacionada a uma melhora da fertilidade em mulheres.

As doenças autoimunes aumentaram dramaticamente em todo o mundo desde a Segunda Guerra Mundial. Isso coincide com o aumento da produção e uso de produtos químicos tanto nos países industrializados quanto na agricultura, bem como a facilidade de viagem de região para região e continente a continente, tornando a transferência de um patógeno ou patógenos de uma parte do mundo para outro muito mais fácil do que nunca. Nesta revisão, os desencadeantes da auto-imunidade são examinados, principalmente ambientais. O número de possíveis gatilhos ambientais é vasto e inclui produtos químicos, bactérias, vírus e moldes. Exemplos desses gatilhos são dados e incluem o mecanismo de ação e método pelo qual eles provocam auto-imunidade.

As doenças autoimunes aumentaram dramaticamente em todo o mundo desde a Segunda Guerra Mundial. Isso coincide com o aumento da produção e uso de produtos químicos tanto nos países industrializados quanto na agricultura, bem como a facilidade de viagem de região para região e continente a continente, tornando a transferência de um patógeno ou patógenos de uma parte do mundo para outro muito mais fácil do que nunca. Nesta revisão, os desencadeantes da auto-imunidade são examinados, principalmente ambientais. O número de possíveis gatilhos ambientais é vasto e inclui produtos químicos, bactérias, vírus e moldes. Exemplos desses gatilhos são dados e incluem o mecanismo de ação e método pelo qual eles provocam auto-imunidade.

 

REFERÊNCIAS

 

ARSLAN, S.; AKDEVELIOğLU, Y. The Relationship Between Female Reproductive Functions and Vitamin D. Journal Of The American College Of Nutrition. Turkey, p. 1-7. mar. 2018.

CHEN, W. et al. Vitamin D deficiency and high serum IL-6 concentration as risk factors for tubal factor infertility in Chinese women. Journal Of Nutrition. Shangai, p. 1-25. nov. 2017.

CHIU, Y. et al. Association Between Pesticide Residue Intake From Consumption of Fruits and Vegetables and Pregnancy Outcomes Among Women Undergoing Infertility Treatment With Assisted Reproductive Technology. Jama Intern Med. Boston, p. 17-26. jan. 2018.

COLLINS, G. G.; ROSSI, B. V. The impact of lifestyle modifications, diet, and vitamin supplementation on natural fertility. Fertility Research And Practice. Usa (beachwood), p. 1-9. 2015.

ÇEKICI, H.; AKDEVELIOğLU, Y. The association between trans fatty acids, infertility and fetal life: a review. Human Fertility: an international, multidisciplinary journal dedicated to furthering research and promoting good practice. Turkey, p. 1-11. jan. 2018.

GASKINS, A. J.; M.D.CHAVARRO, E. J. Diet and Fertility: A Review. American Journal Of Obstetrics And Gynecology. Boston, p. 1-28. ago. 2017.

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